Criança, olhos luminosos, quer crescer, de tão grande o mundo.
Em bicos de pé, tenta chegar à malga de marmelada, longe da sua altura, a secar no parapeito da janela da cozinha.
Ah, se eu fosse grande!
Adulto, olhos raramente providos de brilho, queria voltar atrás no tempo, de tão pequeno ser o mundo.
Já não há malgas de marmelada no parapeito da janela.
Ah, se eu fosse menino!
Um texto simples e emocionante que nos faz refletir sobre o valor da infância e a saudade das pequenas coisas que o tempo leva.
ResponderEliminarAbraço
O tempo passa tão depressa...
EliminarBeijos, noname.
O que eu gostava da marmelada ainda quente!!!
ResponderEliminarAté à colherada.
Uma delícia!
EliminarBeijinho, Pedro.