O doente do cadeirão um é um jovem, muito jovem mesmo. Sorri para o ecrã do telemóvel enquanto o líquido do primeiro dos três frascos corre devagar até ao cateter, entrando na veia.
Está ao cuidado da anja ruiva, calma e carinhosa, que brinca, ao mudar para o frasco número dois: "Então, Eduardo, a trocar mensagens com a namorada?"
Tudo o que seja dar esperança é ideal.
ResponderEliminarO amor juvenil a amparar a dor.
ResponderEliminarBeijinhos, Pedro.