(imagem daqui)
Teria
à volta de cinco anos quando experimentou a dor. À época, não sabia o que
significava aquele aperto no peito a subir aos olhos e a transformar-se em
lágrimas.
Doíam-lhe os ouvidos da notícia. A Lina morreu.
Como assim, morreu? Ainda ontem brincara com ela às cozinheiras,
a amassar bolinhos e a fazer sumo de maçã! E morrer era para sempre? Ora, devia
ser uma doença qualquer, essa tal de morte!
Só aquando da ausência permanente entendeu...
(E. Grieg: Elegie (Elegy), Op. 47 no. 7)
Nove anos, a morte do meu avô.
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