quinta-feira, agosto 28, 2014

Chagall e o Fantasma da Ópera de Paris

(imagem retirada daqui)

Quando se entra no Palácio Garnier, em Paris, certamente atraídos por um espectáculo, pode dar-se o caso de não prestarmos atenção a todos os detalhes do magnífico edifício, nomeadamente às pinturas do tecto. Fundado por Luís XIV em 1669 para albergar a Ópera de Paris merece que olhemos, de nariz literalmente no ar, para a maravilhosa pintura de Marc Chagall. De um detalhe meticuloso, para além de imagens diversas de Paris, retrata espectáculos de ópera de catorze compositores – Moussorgsky, Mozart, Wagner, Berlioz, Rameau, Debussy, Ravel, Stravinsky, Tchaikovsky, Adam, Bizet, Verdi, Beethoven, e Gluck.
Sendo o romance de Gaston Leroux, O fantasma da Ópera, a obra que mais leva o público a sorrir à lembrança desta imponente construção, supostamente edificada sobre um lago subterrâneo onde muitas das cenas se desenrolam, Chagall terá o privilégio de partilhar desse sorriso, basta que se olhe para um plano um pouco acima do habitual.

4 comentários:

  1. Respostas
    1. E é-o muito bem! :)

      Beijinhos Marianos, Rogério! :)

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  2. E como tudo é circular, sabemos hoje que Leroux se terá inspirado numa encenação de uma ópera de Berlioz para escrever O Fantasma da Ópera. Magnífico, esse fresco de Chagall.

    Boa tarde, Maria :)

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    1. É magnífico, sim.

      Beijinhos Marianos, Xil! :)

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